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26, abril, 2010 carlos Sem comentários
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JPA

26, abril, 2010 grazielly Sem comentários

Após algum tempo de estouro do Hibernate, surge o Java Persistence API, sendo muito utilizado na comunidade para a camada de Persistência.

 

O JPA é um framework utilizado na camada de persistência (ver Figura 01) para o desenvolvedor ter uma maior produtividade, com impacto principal num modo para controlarmos a persistência dentro de Java. Pela primeira vez, nós, desenvolvedores temos um modo "padrão" para mapear nossos objetos para os do Banco de Dados. Persistência é uma abstração de alto-nível sobre JDBC.

 

O Java Persistence API – JPA define um caminho para mapear Plain Old Java Objects POJOs para um banco de dados, estes POJOs são chamados de beans de entidade. Beans de Entidades são como qualquer outra classe Java, exceto que este tem que ser mapeado usando Java Persistence Metadata, para um banco de dados.

 

A nova Java Persistence Specitication define mapeamento entre o objeto Java e o banco de dados utilizando ORM, de forma que Beans de entidade podem ser portados facilmente entre um fabricante a outro.

 

Diversos frameworks de mapeamento objeto/relacional como o Hibernate implementam a JPA. Também gerencia o desenvolvimento de entidades do Modelo Relacional usando a plataforma nativa Java SE e Java EE. Originou-se num projeto comum entre os desenvolvedores para se criar o padrão.

 

Utilizar Java Persistence API facilita muito o trabalho do desenvolvedor Java, principalmente quando lidamos com muitas tabelas. Este artigo foi apenas para quem nunca utilizou JPA e gostaria de saber um pouco sobre a tecnologia.

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Veja dicas para proteger informações pessoais nas redes sociais

26, abril, 2010 fabricio Sem comentários

As redes sociais são um palco para a superexposição, seja por vaidade, seja por ingenuidade. Usuários dizem o destino de suas férias, os restaurantes onde irão jantar, postam fotos, vídeos e acabam detalhando sua vida para quem quiser ver, incluindo criminosos.

O norte-americano Israel Hyman parece ter sofrido as consequências de dar informações demais em 140 caracteres.

Em 2009, ele avisou pelo Twitter que estava com a família em Kansas City –portanto, sua casa estava vazia. O pai de Hyman passou na casa da família enquanto eles viajavam e descobriu que ladrões tinha aproveitado a informação. "Não sabemos se o tuíte causou o roubo, mas isso dá motivo para pensar sobre o assunto", disse Hyman.

  Arte/Folha Imagem  

Outro alvo quando o assunto é privacidade é o Facebook, que decidiu tornar pública parte dos dados de seus usuários em dezembro de 2009. Mesmo com seguidas mudanças, o site ainda recebe críticas.

Na semana passada, a rede anunciou uma reforma no seu Centro de Segurança (facebook.com/safety), que traz um guia para entender a privacidade no Facebook.

Mas há quem diga que se preocupar com essa exposição é algo ultrapassado na era da internet. Gurus como o hacker Kevin Mitnick questionam o conceito de privacidade.

Adeus às senhas fracas

"Se você me convidasse para tentar descobrir sua senha –aquela que você usa sempre, para cada página que você visita–, quantas chances acha que eu precisaria antes de adivinhá-la?", provoca o blogueiro John P, fundador do HTMLHelp.com e executivo-chefe da empresa Woopra, que faz análises da internet.

Em um texto (bit.ly/senhafraca), John P. mostra ao usuário como é fácil para um hacker descobrir as credenciais de acesso a um site de uma pessoa, levando em conta a pouca atenção que os usuários dão às senhas que são criadas e a frequência com a qual a mesma senha é usada.

O tempo de adivinhação varia de acordo com o tamanho da palavra e a variação entre caracteres em caixa alta e baixa, aponta o blogueiro. Feito o diagnóstico da vulnerabilidade, John P. dá dicas para a criação de uma senha forte.

São medidas simples: substituir letras por números que são parecidos graficamente (substituir um "o" por um zero, por exemplo); trocar letras minúsculas por maiúsculas de maneira aleatória; escolher o nome de algo que te interessava quando você era mais novo, mas sem ser o nome de ninguém; ter combinações de nome de usuário e senha diferentes para cada site frequentado; usar softwares como o Roboform (www.roboform.com) ou o 1Password (bit.ly/passdownload), que guarda as senhas de uma maneira criptografada e possibilita que o usuário use apenas uma.

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Precauções básicas tornam uso de redes sociais mais seguro

26, abril, 2010 fabricio Sem comentários

A privacidade pode ser tênue quando você está on-line, mas é possível fazer pequenos ajustes nos seus perfis das redes sociais para que menos informações estejam abertas a todos.

Além disso, é bom avaliar os comentários que você coloca na rede. A dica dos especialistas procurados pela Folha é que você seja criterioso em relação ao que publica na rede.

Veja dicas para ajustar perfis:

Facebook

Em www.facebook.com/safety, está disponível o centro de segurança do site. Se você tem filhos, é educador ou é adolescente, existe material específico para leitura.

Em geral, a política de privacidade do Facebook se divide em três níveis: Apenas amigos, Amigos de amigos e Todos. Nas configurações, você pode escolher para qual nível quer que os dados sejam mostrados.

Segundo o Facebook, "você possui também um conjunto de informações públicas, que ajudarão seus amigos a lhe encontrar e a conectarem-se a você: seu nome, foto do perfil, gênero e qualquer conexão que você tenha feito".

Apesar disso, você pode esconder algumas dessas informações indo à página do seu perfil e clicando nos pequenos ícones em forma de lápis que existem nas caixas que guardam informações.

Para controlar outras informações, vá a Conta e depois a Configurações de privacidade. São cinco campos a serem ajustados. Veja exemplos:

Em Informações do perfil, você configura informações do seu perfil, como a biografia e as fotos. Nessa fase, pode escolher, para cada informação, em qual dos níveis ela será vista.

Também é possível criar uma lista específica de pessoas para qual os itens poderão ser mostrados.

É nessa parte do processo que você controla quem poderá escrever no seu Mural.

Já em Informações de Contato, você controla como os usuários terão acesso a dados como seu endereço e telefone.

No item Aplicativos e Sites, você gerencia aplicações e sites que funcionam dentro do Facebook, o que inclui jogos como o Mafia Wars e o FarmVille. É importante saber que esses programinhas usam as informações que você colocou disponível para Todos, além das já públicas, para funcionar.

Também é o momento de se livrar dos incômodos convites para fazer parte de jogos no Facebook. Clique em Ignorar convites para aplicativos e escolha de quais amigos você quer ignorar as requisições.

Ao postar comentários no Mural é possível ajustar o nível em que cada post será mostrado. Clique no cadeado ao lado de Compartilhar e escolha.

Veja mais explicações em bit.ly/facebpriv.

Twitter

No Twitter, as opções para a configuração da privacidade são mais simples. Para controlar quem vê seus posts, vá a Settings, depois a Tweet Privacy, e escolha Protect my Tweets.

O microblog também dá a opção de colocar sua localização nos tuítes. Verifique em Tweet Location, ainda em Settings.

Em Connections, você controla os serviços que permitiu que se integrassem à sua conta –como o Foursquare ou os jogos que postam automaticamente seus resultados no Twitter. Você pode cancelar o acesso desses programinhas clicando em Revoke Access.

Orkut

No Orkut, as configurações são feitas em Configurações e depois em Privacidade.

Lá, você seleciona opções como se quer ser marcado em fotos de amigos, mostrar quem visita seu perfil (e deixar que as pessoas saibam que você as visitou) e restringir quem vê determinadas partes do seu perfil.

A restrição para as fotos pode ser feita a cada álbum. Quando você vai para sua lista de álbuns a opção Quem pode ver mostra para qual nível as informações estão sendo mostradas. Você pode escolher Só alguns amigos, Meus amigos do Orkut ou Todos do Orkut.

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Internauta invade privacidade e espia perfis de vítimas

26, abril, 2010 fabricio Sem comentários

G. conheceu um homem em uma festa e, ao chegar em casa, decidiu procurá-lo no Orkut. Sabia que faculdade ele cursava, encontrou a comunidade, testou várias possibilidades com o nome do rapaz e o encontrou. Apresentou-se com seu perfil real, mas não causou uma boa impressão.

Houve uma segunda vez, e G. decidiu montar um perfil falso para poder encontrar pessoas ainda desconhecidas no Orkut. "Tem também o caso de eu encontrar uns caras no Orkut e ficar encanado, sem ao menos conhecer. Coloco nos Favoritos do meu computador e entro com uma regularidade para ver o que está acontecendo", conta.

Reprodução
"Notifique apenas seus amigos e familiares mais próximos sobre a mudança", explica o site Quit Stalking Me
"Notifique apenas seus amigos e familiares mais próximos sobre a mudança", explica Quit Stalking Me, que dá dicas a perseguidos

G. diz que já parou com a prática, mas o crescente excesso de informações disponíveis e a necessidade dos ciberperseguidores de saber cada vez pode tornar a prática excessiva e colocar os perseguidos em risco.

A organização Working to Halt Online Abuse (haltabuse.org) diz que recebe de 50 a 75 denúncias do tipo por semana. Na Malásia, o crescimento de casos denunciados à agência CyberSecurity Malaysia cresceu mais de 100% entre 2008 e 2009, segundo dados divulgados no site The Star (thestar.com.my).

"É uma invasão de privacidade. Além de eu ter uma parte exposta da minha vida que pode não ser legal, há um perigo de segurança real", diz Luciana Ruffo, psicóloga do núcleo de pesquisas em psicologia da informática da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica).

Para os que têm o hábito de perseguir o outro on-line, também existem prejuízos: "O perseguidor pode começar a abrir mão da sua vida para seguir o outro".

E, quando a pessoa percebe que a vida do outro começa a ter maior importância do que deveria, é hora de procurar tratamento, indica a psicóloga.

A recomendação para quem é perseguido é não responder às insinuações do perseguidor, não postar informações ou fotos extremamente pessoais e até trocar de conta de e-mail. "Notifique apenas seus amigos e familiares mais próximos sobre a mudança", explica o site Quit Stalking Me (quitstalkingme.com).

Motivações

Quem persegue e quem se expõe têm suas motivações, segundo Ruffo. "Sem falar em um nível extremo criminoso, quem persegue tem curiosidade, quer saber, ter controle sobre a vida do outro", explica.

Já os que se superexpõem ou são ingênuos ou querem ser notados, diz a psicóloga.

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Atlassian / JIRA

25, abril, 2010 grazielly Sem comentários

JIRA é uma ferramenta simples e eficaz para gerenciamento de projetos. Desenvolvido pela australiana Atlassian, o JIRA aumenta a produtividade e a qualidade de execução e rastreamento das inúmeras tarefas que envolvem um projeto.

A e-Core oferece uma linha completa de serviços associados à adoção e uso do JIRA, criados a partir da própria experiência da empresa na utilização e customização da ferramenta, que foi testada e aprovada por sua Fábrica de Software.

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Privacidade é questionada por gurus da tecnologia

25, abril, 2010 fabricio Sem comentários

"Você não tem privacidade. Supere isso!". Essa foi uma das primeiras frases do hacker Kevin Mitnick em sua apresentação "Minha vida como um hacker", publicada no YouTube em julho de 2008 (bit.ly/mitnickprivacidade). Mitnick se junta a outros gurus da tecnologia que defendem que a privacidade é um conceito em mutação.

Para Mark Zuckerberg, executivo-chefe do Facebook, a era da privacidade acabou. De acordo com o blog ReadWriteWeb (readwriteweb.com.br), Zuckerberg disse diante de uma plateia que, se tivesse que criar o Facebook novamente, as informações do usuário seriam colocadas públicas e não privadas.

Marcelo Justo -3.mar.08/Folha Imagem
Para Mark Zuckerberg, executivo-chefe do Facebook, a era da privacidade acabou
Para Mark Zuckerberg, executivo-chefe do Facebook, a era da privacidade acabou

O site funcionava com as informações fechadas até dezembro de 2009, quando fez uma controversa mudança. Para Zuckerberg, na época da fundação do Facebook as pessoas duvidavam se alguém colocaria qualquer informação na internet. "Nos últimos cinco ou seis anos, o ato de blogar decolou de maneira significativa. As pessoas têm se sentido mais confortáveis não só com o compartilhamento, mas também com isso sendo feito de uma forma aberta e com mais pessoas".

"Essa norma social é apenas algo que tem evoluído ao longo do tempo", disse o executivo-chefe do Facebook. Veja o vídeo com a entrevista de Zuckerberg embit.ly/markentrevista.

As normas parecem estar mudando. De acordo com um estudo do Pew Internet Survey, lançado em 2009, quase 40% das pessoas com perfis on-line desabilitaram as opções de privacidade, informou o site de tecnologia Cnet.

Google

O gigante Google foi alvo de discussões no lançamento do Street View, o questionado serviço que fotografa cidades ao redor do mundo.

Em agosto de 2008, ao ser acionado judicialmente por um casal que teve a casa fotografada e divulgada, o Google defendeu o serviço com a frase "privacidade completa não existe", segundo o site PC Advisor (saiba mais sobre o andamento do processo em bit.ly/processogoogle).

O Google também sofreu com acusações recentes em relação à privacidade no seu novo serviço Google Buzz, que trazia configurações automáticas consideradas invasivas por alguns usuários.

Eugene Kaspesrky, executivo-chefe e fundador da empresa russa de segurança Kaspersky, pensa a privacidade dentro do prisma da cibersegurança. "Não há privacidade na internet se você viola a lei. Se você se comporta direito, o governo não está interessado em você. Mas, se você fizer algo errado, ele pode procurar o seu provedor e tomar providências", disse Kaspersky à Folha. Ele esteve no Brasil na semana passada para um evento.

O fundador da empresa de segurança contou um caso curioso em que um cibercriminoso foi descuidado e acabou ajudando nas investigações da polícia. Segundo ele, um pirata da rede que atuava no Reino Unido se mudou para o Canadá para tentar fugir da polícia e esperar as notícias em relação a seus crimes esfriarem.

Apesar disso, ele esqueceu de mudar suas credenciais e continuou jogando World of Warcraft com a mesma senha e foi pego pela polícia.

Mas "a maioria dos cibercriminosos sabe se comportar de um jeito anônimo, se esconder e dificultar as investigações", ressalta Kaspersky. Leia mais trechos da entrevista emfolha.com.br/circuitointegrado.

Legislação

Nos Estados Unidos, um grupo de empresas de tecnologia que inclui gigantes como AT&T, Google e Microsoft disse ter se reunido para pressionar o Congresso por uma melhora na força das leis que protegem as informações digitais privadas do acesso ao governo, segundo o "New York Times".

O grupo também disse querer guardar informações de localização coletadas por empresas de celular e provedores.

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Veja dicas para proteger informações pessoais nas redes sociais

25, abril, 2010 fabricio Sem comentários

AMANDA DEMETRIO
da Reportagem Local

As redes sociais são um palco para a superexposição, seja por vaidade, seja por ingenuidade. Usuários dizem o destino de suas férias, os restaurantes onde irão jantar, postam fotos, vídeos e acabam detalhando sua vida para quem quiser ver, incluindo criminosos.

O norte-americano Israel Hyman parece ter sofrido as consequências de dar informações demais em 140 caracteres.

Em 2009, ele avisou pelo Twitter que estava com a família em Kansas City –portanto, sua casa estava vazia. O pai de Hyman passou na casa da família enquanto eles viajavam e descobriu que ladrões tinha aproveitado a informação. "Não sabemos se o tuíte causou o roubo, mas isso dá motivo para pensar sobre o assunto", disse Hyman.

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processador intel

25, abril, 2010 carlos Sem comentários

 

Intel Lança Novos Processadores e Chipsets

A Intel está lançando oficialmente hoje uma nova série de chips para placas-mãe (chipsets) e novos processadores.

A novidade em termos de processadores é o lançamento de novos modelos de Pentium 4 usando a tecnologia Hyper-Threading, nos clocks de 2,4 GHz, 2,6 GHz e 2,8 GHz. Como existem modelos de Pentium 4 nessas freqüências de operação sem a tecnologia Hyper-Threading, os modelos com esta tecnologia são rotulados com a letra "C" após o seu clock para diferenciá-lo do modelo sem essa tecnologia. A tecnologia Hyper-Threading faz com que o sistema operacional "pense" que existem dois processadores instalados no micro. É importante notar que essa tecnologia por enquanto só funciona com o Windows XP.

Há um mês atrás a Intel lançou sem muito alarde um novo chipset, chamado 875P (nome-código Canterwood). Esse chipset suporta o novo barramento externo de 800 MHz (200 MHz transferindo quatro dados por pulso de clock), utilizado pelo novo modelo de Pentium 4 de 3 GHz, além de suportar o esquema DDR Dual Channel, onde a memória RAM é acessada a 128 bits por vez, em vez de 64 bits, dobrando a velocidade de acesso à memória. Com isso, se forem usadas memórias DDR400/PC3200, a taxa de transferência máxima teórica da memória passa de 3.200 MB/s para 6.400 MB/s. Aliás, o suporte a memórias DDR400 é uma outra novidade desse chipset. Outra novidade é que esse chipset suporta o barramento AGP 8x e tem duas portas Serial ATA RAID, para discos rígidos Serial ATA. E, por fim, esse chipset tem um "modo turbo" de acesso à memória RAM, chamado Performance Acceleration Technology, ou simplesmente PAT, que aumenta o desempenho no acesso à memória. Esse chipset é destinado ao mercado high-end, isto é, a placas-mãe topo de linha de alto desempenho (e caras).

Hoje a Intel está lançando a família 865 de chipsets (nome-código Springdale). A família 865 tem três membros: o 865PE, o 865P e o 865G.

O chipset Intel 865PE é igual ao 875P, com a diferença de não ter a tecnologia PAT. Segundo a Intel, o chipset 875P é de 3 a 5% mais rápido do que o 865PE por conta disso. De resto, as mesmas características técnicas: suporte ao barramento externo de 800 MHz, AGP 8x, DDR Dual Channel e duas portas Serial ATA.

O Intel 865P é igual ao 865PE mas só suportando o barramento externo de 533 MHz. O 865PE é, portanto, o substituto direto do 845PE existente hoje.

Já o Intel 865G é a versão do 865P com vídeo on-board, destinado ao mercado low-end, isto é, a fatia de mercado de micros baratos. Também tem portas Serial ATA, DDR Dual Channel e AGP 8x (ou seja, dá para desabilitar o vídeo on-board e instalar uma placa de vídeo "de verdade", similarmente ao que ocorre em placas-mãe baseadas no 845G). O motor gráfico do Intel 865G é chamado Intel Extreme Graphics 2 e é diferente do motor gráfico do chipset Intel 845G. Segundo testes realizados pela Intel, o desempenho do vídeo on-board do 865G é praticamente o dobro do desempenho do vídeo on-board do 845G.

 

Intel Lança Novos Processadores e Chipsets

A Intel está lançando oficialmente hoje uma nova série de chips para placas-mãe (chipsets) e novos processadores.

A novidade em termos de processadores é o lançamento de novos modelos de Pentium 4 usando a tecnologia Hyper-Threading, nos clocks de 2,4 GHz, 2,6 GHz e 2,8 GHz. Como existem modelos de Pentium 4 nessas freqüências de operação sem a tecnologia Hyper-Threading, os modelos com esta tecnologia são rotulados com a letra "C" após o seu clock para diferenciá-lo do modelo sem essa tecnologia. A tecnologia Hyper-Threading faz com que o sistema operacional "pense" que existem dois processadores instalados no micro. É importante notar que essa tecnologia por enquanto só funciona com o Windows XP.

Há um mês atrás a Intel lançou sem muito alarde um novo chipset, chamado 875P (nome-código Canterwood). Esse chipset suporta o novo barramento externo de 800 MHz (200 MHz transferindo quatro dados por pulso de clock), utilizado pelo novo modelo de Pentium 4 de 3 GHz, além de suportar o esquema DDR Dual Channel, onde a memória RAM é acessada a 128 bits por vez, em vez de 64 bits, dobrando a velocidade de acesso à memória. Com isso, se forem usadas memórias DDR400/PC3200, a taxa de transferência máxima teórica da memória passa de 3.200 MB/s para 6.400 MB/s. Aliás, o suporte a memórias DDR400 é uma outra novidade desse chipset. Outra novidade é que esse chipset suporta o barramento AGP 8x e tem duas portas Serial ATA RAID, para discos rígidos Serial ATA. E, por fim, esse chipset tem um "modo turbo" de acesso à memória RAM, chamado Performance Acceleration Technology, ou simplesmente PAT, que aumenta o desempenho no acesso à memória. Esse chipset é destinado ao mercado high-end, isto é, a placas-mãe topo de linha de alto desempenho (e caras).

Hoje a Intel está lançando a família 865 de chipsets (nome-código Springdale). A família 865 tem três membros: o 865PE, o 865P e o 865G.

O chipset Intel 865PE é igual ao 875P, com a diferença de não ter a tecnologia PAT. Segundo a Intel, o chipset 875P é de 3 a 5% mais rápido do que o 865PE por conta disso. De resto, as mesmas características técnicas: suporte ao barramento externo de 800 MHz, AGP 8x, DDR Dual Channel e duas portas Serial ATA.

O Intel 865P é igual ao 865PE mas só suportando o barramento externo de 533 MHz. O 865PE é, portanto, o substituto direto do 845PE existente hoje.

Já o Intel 865G é a versão do 865P com vídeo on-board, destinado ao mercado low-end, isto é, a fatia de mercado de micros baratos. Também tem portas Serial ATA, DDR Dual Channel e AGP 8x (ou seja, dá para desabilitar o vídeo on-board e instalar uma placa de vídeo "de verdade", similarmente ao que ocorre em placas-mãe baseadas no 845G). O motor gráfico do Intel 865G é chamado Intel Extreme Graphics 2 e é diferente do motor gráfico do chipset Intel 845G. Segundo testes realizados pela Intel, o desempenho do vídeo on-board do 865G é praticamente o dobro do desempenho do vídeo on-board do 845G.

 

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Sega foca em jogos por download e demite 73 funcionários

24, abril, 2010 fabricio Sem comentários

Sonic 4'Sonic 4'  será lançado exclusivamente por

download. (Foto: Divulgação)

A Sega, produtora responsável pelos games do personagem Sonic, anunciou uma reorganização nesta sexta-feira (23). A companhia irá focar em jogos que serão vendidos por meio de download nos consoles e portáteis e em títulos para gamers casuais voltados para redes sociais.

Além do anúncio, a Sega demitiu 73 funcionários para reduzir custos. A empresa divulgou que 36 funcionários do escritório de San Francisco e 37 com base em Londres perderão seus cargos. Na costa oeste dos Estados Unidos, o estúdio passará a se chamar Digital Division. Já na Inglaterra, o escritório não mudará de nome, mas focará apenas nos títulos de PC da companhia e será o centro administrativo da produtora.

O presidente da Sega no Ocidente, Mark Hayes, disse que nos últimos anos as plataformas digitais tiveram um crescimento expressivo na indústria de games. “A Sega já teve sucesso comercial neste meio e intenção agora é embarcar nesta mudança e criar uma estratégia para termos o máximo de rendimentos no meio digital”.

O executivo afirmou, ainda, que este é um segundo momento de mudança da companhia. Em 2002, a Sega parou de fabricar o Dreamcast, deixando o mercado de consoles e produzindo apenas games. Recentemente, a Sega anunciou que o próximo game do Sonic sairá exclusivamente por download nas lojas virtuais dos principais consoles.

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